cREPES

Farinha de trigo, leite, ovos, açúcar, sal e manteiga. Partindo destes ingredientes básicos, a cada ano o Anjo Solto reinventa a iguaria que é a cara da França e que os recifenses adoram. São mais de 100 opções de recheios. Sem contar com os que já saíram do cardápio. Alguns são releituras de outros crepes e há também os recheios sugeridos por clientes. Foi assim que surgiram os crepes que levam nomes de gente.

No cardápio, eles estão divididos por categorias: salgados básicos e especiais, lights, gourmet, os que levam aves, carnes, frutos do mar, doces básicos e especiais. É preciso tempo para descobrir toda a cartela de sabores proposta pela casa. Mas no Anjo é assim, todo habitué tem o seu crepe preferido. As opções salgadas mais pedidas atendem pelo nome de Cris Garrido, Fábio José, Tostex e Clarice Hoffmann. Entre os doces, os de maior saída são: Chocolate com Castanhas e Sorvete de Creme (antigo CD 07), Juju, Larica Agra e o Rebeca Revisitado.

Quem aprecia as iguarias da cozinha contemporânea encontra o que procura na seção Crepes Gourmet. Os novíssimos são o George Rodrigues, o Tati Mariz e o Lucas Afonso, este recheado com camarão, shitake perfumado com laranja lima da Pérsia e parmesão Gran Formaggio.

Nos dois primeiros a massa é gratinada com queijo manteiga, que também cobre o novo crepe doce, batizado de Três mosqueteiros, porque une Frescal de Minas, queijo brie e creme de goiaba. As variações de massas contemplam versões de espinafre, gergelim, castanha, cereja, café e chocolate.