24/01/2012 Drinks de verão II: tropicais com DNA inglês
Reza a lenda que o Whisky Sour foi criado no século XIX pelo cozinheiro inglês Eliott Stubb, que, cansado do balanço do mar, desembarcou no porto de Iquique, no Peru, a bordo do veleiro Sunshine, com o objetivo de abrir um bar. Para atrair clientela, Stubb inventava coquetéis com ingredientes locais. Um dia juntou o sumo de um limãozinho típico do Peru, o pica, com a bebida preferida do seu país, o whisky, acrescentou açúcar e criou o whisky sour ou o whisky azedo.
Já o Mojito, talvez o coquetel que melhor represente Cuba, teria sido criado pelo almirante inglês Francis Drake, que, além do mar, se aventurava também na descoberta dos aromas das plantas dos trópicos. A hortelã, sua preferida, foi misturada com um pouco de limão e, claro, o rum cubano. Daí nasceu o Mojito, que logo virou mania nos bares de Havana.
Além do suposto DNA inglês, os dois drinks são refrescantes e têm fama internacional. O Whisky Sour é o coquetel que Marylin Monroe toma no filme O Pecado Mora ao Lado, segundo o livro Coquetéis de Hollywood, de Tobias Steed e Bem Reed, publicado pela Editora Senac. E o Mojito entrou para a história da Literatura como o preferido do escritor americano Ernest Hemingway.
No Anjo Solto, o whisky sour (R$ 14,90) é servido em copo baixo, com whisky irlandês (Jameson) e suco de limão tahiti e siciliano. A borda é incrementada com açúcar. O Mojito é servido em copo fino e longo, com rum nacional (R$ 9,50) e importado (R$ 12,90).
Ou esses ingleses são exímios contadores de história ou são craques mesmo!
Fonte: Wikipedia
